quinta-feira, 4 de abril de 2013
Já passa de meia noite e já vem aquela sensação de sossego, reflexão e sentidos indecifráveis. Uma música e o palco está pronto para a viagem. Os pensamentos conturbados ligados aos pontos que iniciam as questões indagadas. E ainda resta o final da madrugada e a boemia ainda não chegou em seu ápice delicado. O escuro esfria os nervos inquietos pelas vibrações dos batimentos acelerados. Impossíveis de conter-se em pulsações naturais. Desprendendo da sua rotina noturna natural. Apenas poeira em pensamentos. Ventos levados com os segundos desse frio anoitecer. Só uma dose de sono para desacelerar essa tensa preocupação. Um pouco de paciência em meio a esse intenso e confuso espaço de tempo precioso. Gera automaticamente o gás para as suas decisões. Tornando-o mais preparado para o engate dos trilhos, das engrenagens. Fazendo com que reflita e imagine o improvável. Desafiando os limites do que não costuma arriscar. Prontificando suas ações. E nada é nada nessa noite escura. Apenas pensamentos relevantes, possíveis de erros infantis. Passos em falsos. Recomeços planejados.
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